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Monday, 20 September 2010

Marinha Real, BAE Systems e Marinha do Brasil

Felizmente, os países desenvolvidos não confiam no conto de fadas em que Lula diz estar vivendo ao aproximar-se de Ahmadinejad e Chavez. Todo o mundo civilizado sabe que o povo brasileiro não tem vocação para apoiar ditadores como Lula, Fidel & Cia. Até porque a indústria bélica brasileira e a participação militar brasileira nas questões internacionais sempre foram voltadas a políticas que visam o desenvolvimento e manutenção da paz e da democracia.

Como noticiou a imprensa, a Marinha do Brasil foi convidada a participar no desenvolvimento de uma nova geração de navios para a Marinha Real do Reino Unido, que serão as fragatas Type 26. Apesar de existirem algumas críticas quanto ao projeto da fragata, essa parceria será boa para ambas as marinhas, que passarão a dispor de navios mais novos e mais modernos - sem falar que o custo de desenvolvimento tende a ser menor devido à parceria.

Type 26 Combat Ship Concept Design

O convite da BAE Systems fez da Marinha do Brasil a primeira marinha estrangeira a participar do programa de desenvolvimento da Type 26. A marinha indiana, por exemplo, talvez participe também. E o importante é que isso nos faz lembrar dos anos 70, quando foram construídas as fragatas da classe Niterói, numa época em que o Brasil foi menos corrupto, mais ético e mais decente, durante o saudoso Regime Militar que livrou o país da ditadura comunista que AhmaDILMAnejad e sua turma tentaram impor violentamente ao sofrido povo brasileiro.

Isso vem a comprovar que o Brasil não é e NUNCA SERÁ um quintal petralha nem uma republiqueta de propriedade dos petralhas, como eles tanto desejam que todos acreditem ser. O Brasil tem grande potencial como nação emergente e toda parceria com países civilizados e democráticos é bem-vinda para fortalecer a democracia que ainda resta por aqui.

A petralhada deve, portanto, "arrepender-se de seus pecados" e regenerar-se por completo, enquanto é tempo. Porque acima do mal está o bem, e acima dos maus está a mão da justiça de Deus e das pessoas de bem.

Sunday, 19 September 2010

Repúdio ao assassinato de líderes mundiais

Manifesto aqui minha reprovação à obra "Inimigos" de Gil Vicente, que, na minha opinião, é do mais profundo mau gosto e representa um claro caso de apologia ao crime, atitude anti-democrática e desequilíbrio mental.

Acredito no direito que os cidadãos em geral, inclusive os artistas, têm de desenhar o que bem quiserem. Porém, a série de desenhos "Inimigos" extrapola os limites dos direitos individuais do artista, uma vez que ele desenhou pessoas reais que também possuem seus respectivos direitos individuais que precisam ser respeitados.

Por mais que eu odeie as atitudes dos ditadores Ahmadinejad e Lula, por exemplo, não posso considerar legal e democrático alguém sugerir o assassinato sumário desses ditadores. Até mesmo Saddam foi julgado por autoridades legalmente constituídas - foi condenado por seus crimes; não sumariamente assassinado. Isso tudo me faz lembrar do vídeo onde Franklin Martins, pelo que entendi, diz que a decisão deles era a de covardemente assassinar o embaixador norte-americano que eles haviam seqüestrado.

Se para nós, pessoas civilizadas e de bem, não é aceitável o assassinato sumário nem mesmo de ditadores como Ahmadinejad e Lula, muito menos é aceitável sugerir o assassinato de lideranças democráticas como Sua Majestade A Rainha Elizabeth II, Ariel Sharon, George W. Bush, o Papa, entre outros.

Liberdade de expressão é uma coisa; apologia ao crime é outra.

Nenhuma ditadura é boa. Nem a ditadura de políticos autoritários, nem a de cidadãos desequilibrados.

Thursday, 16 September 2010

Bandidos odeiam legítima defesa e odeiam democracia

IMI Desert Eagle .50

Você já foi vítima de assalto? Quem já esteve frente a frente com um bandido armado sabe que bandidos não são democráticos. Bandidos não perguntam se você aceita ou não aceita ser assaltado. Bandidos são autoritários e impõem a você uma condenação: naquele momento, eles condenam você a não ter direito algum. Eles não dão a você nem mesmo o direito de você se defender.

Bandidos odeiam legítima defesa e odeiam democracia.

Merkava Mark IV

Bandidos que chegam a ocupar importantes cargos em um governo fazem exatamente o mesmo, só que em escala muito maior, sem perguntar se você aceita ou não aceita ser oprimido. Esses bandidos são autoritários e impõem a você uma condenação: naquele período histórico, eles condenam você a não ter direito algum. Eles não dão a você nem mesmo o direito de você se defender.

Ditadores odeiam legítima defesa e odeiam democracia.

A união de países civilizados é capaz de vencer qualquer bandido.

Hitler, Ahmadinejad, Saddam, Fidel, Chavez, Lula, Stalin, Mao e tantos outros são bandidos que o mundo inteiro deve jogar no lixo da história. Esses ditadores odiaram e odeiam o cidadão de bem, e desejam que o cidadão de bem não possua sequer uma arma para legítima defesa. São ditadores bandidos. São bandidos ditadores. Todo ditador é bandido. Todo bandido é ditador.

Ditadores desejam que um país não possua sequer forças armadas para a defesa de sua nação.

Israel ainda existe graças às suas forças de defesa.

Por isso, vale a pena sempre lembrar:

A AUTODEFESA DA NAÇÃO COMEÇA COM A LEGÍTIMA DEFESA DO CIDADÃO.

IMI Desert Eagle .50

E, em se tratando de defesa, Israel está de parabéns. É um excelente exemplo a ser seguido pelo mundo civilizado.

Desert Eagle .50

Repito: A AUTODEFESA DA NAÇÃO COMEÇA COM A LEGÍTIMA DEFESA DO CIDADÃO.

VIVA A DEMOCRACIA!

Monday, 16 August 2010

Digo sem medo de errar: na minha opinião, a Quarta Frota é bem-vinda.




Eu não estou nem um pouco preocupado com a frota americana; pelo contrário: estou comemorando, e muito, o fato de saber que finalmente os EUA voltaram a se interessar ativamente pela América Latina.

Quem tem medo de polícia é bandido. Quem tem medo dos EUA é Lula, Dilma, Marco Aurélio Garcia e toda a petralhada e seus ídolos dementes, viúvos do Muro de Berlim, como Fidel Castro, Hugo Chavez e os narcoterroristas das FARC.

Eu me preocuparia se a Rússia ou o Irã, ou a Coréia do Norte, por exemplo, estivessem rondando nosso litoral, com petróleo ou sem petróleo, pois esses países não têm nem a metade da tradição democrática dos EUA. Bush agiu bem, na minha humilde opinião. Até porque é público e notório que a soberania brasileira sempre existiu muito mais nos livros didáticos do que na vida real. Basta analisar a hiftória defte paíf, desde 1500.

Sou patriota mas não sou idiota, isto é, eu não me iludo mais com a versão oficial da "História do Brasil". Acreditei em tudo que me ensinaram na escola até 1990 e depois vi que tudo era muito diferente, pois a história brasileira é pouco mais do que uma coleção de fracassos nos quais um povo bagunceiro e sem heróis nunca conseguiu sequer respeitar-se e valorizar-se, ficando naturalmente à mercê de qualquer boa ou má intervenção externa.

E o Brasil sempre teve, infelizmente, o governo que mereceu. Porque é simples de entender: para que o governo seja menos corrupto, é necessário que, primeiro, o povo seja menos corrupto. A egoísta sociedade brasileira, em geral, tolera e cultiva a corrupção em seu dia-a-dia, de modo que a história do corrupto Brasil segue a lógica da causa e seu efeito.

Lamento ter que ser franco, e sei que podem existir raras exceções, mas vejo as coisas dessa maneira. Lamento também pelos raros bons brasileiros aos quais a história geralmente foi ingrata.

Saturday, 12 June 2010

Costumes sempre serão melhores que leis.

Escrevi o texto abaixo há quatro anos, mas me parece que talvez ele ainda tenha alguma utilidade nos dias de hoje, em 2010. Lembro de tê-lo enviado via e-mail a vários políticos, jornalistas, comunicadores etc. Naquela época eu ainda nem fazia idéia de que existia o Foro de São Paulo, por exemplo, até porque eu nunca havia ouvido falar de Olavo de Carvalho, nem de Reinaldo Azevedo, entre outros. Eu sabia apenas que o homem simples no qual pela primeira e última vez acreditei em 2002 - Lula - havia se revelado, indiscutivelmente, o maior e mais grosseiro mentiroso a corromper o povo e a envergonhar "a história deste país" perante todo o mundo.

Por isso, para mim, Mário Oliveira foi a melhor surpresa de 2010. Me fez lembrar que talvez o Brasil ainda tenha solução.

Mas vamos ao que escrevi em 2006:

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COSTUMES - Por enquanto, o Brasil ainda tem solução.
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Observando-se friamente os fatos, analisando-os imparcialmente, verifica-se que o Brasil está morrendo. A decadência do país é ampla, concreta, e o futebol acaba de coroá-la, tornando-a inquestionável perante as pessoas simples do povo, inclusive.

Acredito que, por enquanto, o Brasil ainda tem solução. Mas, antes que o Brasil "se acabe", é preciso agir. E, antes de agir, é preciso pensar. Pensar nas "causas e efeitos no Brasil do futebol e da politicagem".

Em 2006 a sociedade brasileira finalmente se viu obrigada a reconhecer que cada povo tem a seleção de futebol que merece. Afinal, uma seleção, em vários aspectos, sintetiza e reflete a mentalidade que prepondera em seu país.

Numa mesma tarde, Brasil e Inglaterra foram eliminados da Copa. Mas de formas incrivelmente diferentes:

A Inglaterra, mesmo com um jogador a menos, e mesmo sem seus craques Owen e Beckham, perdeu lutando ate o fim; lutando pela Cruz de São Jorge em sua camisa e em sua bandeira, pedindo a Deus por sua senhora já velhinha - cantando "Deus salve nossa graciosa Rainha!". Porque a nação inglesa procura se amar. Porque a nação inglesa se interessa por seu próprio futuro. Mesmo tendo relativamente pouco território, a nação inglesa construiu um Estado admirável, transformando uma ilha num pequeno grande país.

O Brasil perdeu inerte, embriagado pela própria ilusão, mentindo a si mesmo, vivendo num faz-de-conta, desconhecendo até a letra do próprio Hino Nacional. Sem falar na incompetência do Presidente Lula e do craque Ronaldo, que se acusaram publicamente. Sem falar no excesso de superstição do veterano Zagallo. Sem falar no desprezo da equipe a críticas e ao ídolo Pelé. A derrota da seleção, da CBF, do Brasil como um todo, foi completa e foi merecida. Porque na sociedade brasileira prevalecem os inescrupulosos, que destroem as expectativas da minoria decente que ainda resta. Porque o Brasil ainda não tem "nação", nem amor a nada. A vida humana, no Brasil, custa barato. Os demais valores da humanidade, no Brasil, não valem nada. Fora raras exceções, o Brasil tem - e só em Copas do Mundo - apenas falsos patriotas. E tem um bando de nacionaleiros, como diria o sábio Roberto Campos.

Diante disso, não causa surpresa o sorriso de jogadores, políticos e turistas, todos se dizendo patriotas, nas ruas européias. É bem mais fácil sorrir no civilizado primeiro mundo, longe das injustiças do Brasil, longe das feias metrópoles brasileiras, sitiadas por periferias horríveis, onde brasileiros apavorados se amontoam, numa vida humilhante. Dos brasileiros que vão ao primeiro mundo, há uns poucos que se interessam pelo Brasil, e há alguns que vão em busca de emprego com remuneração justa, mas, a grande maioria se comporta como crianças deslumbradas num parque de diversões. Dos brasileiros que vão ao primeiro mundo, a grande maioria abusa da hipocrisia ao elogiar lá o que não pratica aqui.

Em 2006 a sociedade brasileira finalmente se viu obrigada a reconhecer que cada povo tem o governo que merece. Agora não adianta procurar mais um bode expiatório improvisado.

Pode-se dizer que antes foi mais ou menos assim: entre 64 e 84 diziam que a culpa era "dos militares e dos EUA"; entre 84 e 2004 diziam que a culpa era "dos poderosos e da elite". Mas, em 2005, com o mensalão, a máscara caiu.

E em 2006 uma pesquisa definitivamente desmascarou também a sociedade brasileira, revelando que não toda, mas parte significativa dela, de fato é cúmplice da corrupção. Antes parecia apenas vítima, mas agora tem-se a certeza de que a culpa é "da própria sociedade". E isso deve ser dito; não pode ser ocultado nem - jamais - esquecido, por mais vergonhoso que seja.

A sociedade não pode se deixar transformar em agressora de si própria. A sociedade não pode fazer o papel de bandido. E também chega de fazer o papel de vítima: a sociedade deve ser sempre o mocinho. É necessário mudar a postura desde já, pois se o passado por vezes envergonha, que sirva de aprendizado no presente, para o futuro.

É necessário prestar atenção às causas e efeitos no Brasil, que, de forma didática e simplificada, compõem o seguinte círculo vicioso:

1. Em vez de a pessoa sentir-se útil a si e à coletividade, a dificuldade de sobreviver na tão injusta sociedade brasileira estimula o individualismo, que mantém e é mantido pela proliferação dos MAUS COSTUMES, os quais contrariam a civilidade e incentivam a ignorância, a qual garante o analfabetismo político e o continuísmo.

2. Há muito tempo o Brasil, em vez de cargos de carreira, com ingresso mediante concurso, cultiva um EXCESSO DE CARGOS POLÍTICOS (eletivos ou não), que facilitam tanto o aparecimento de oportunidades de corrupção quanto a ocorrência de falhas por parte do Estado, como nas questões do nepotismo e da impunidade.

3. Ao invés de resultados, obtidos por meio de qualificação e profissionalismo, os governantes e legisladores, cada vez mais amadores, apresentam MÁ GESTÃO, tanto por incompetência quanto por desinteresse, como ocorre nas questões dos juros, impostos e desvios de dinheiro público.

4. Em vez de planejamento de longo prazo, a ciranda política no Brasil faz com que, a todo instante, projetos sejam abandonados inacabados, o que é típico da DESESTRUTURAÇÃO DO ESTADO, nítida no excesso de greves de serviços públicos já péssimos, e na inversão de papéis nos atos dos Três Poderes.

5. Em vez de governos estáveis e legislação inteligente, para viabilizar crescimento econômico, para viabilizar desenvolvimento sustentável, o Estado brasileiro, moribundo, tem propiciado o ENFRAQUECIMENTO DA ECONOMIA, cujos efeitos atingem inclusive os mais privilegiados, que apelam para o mau uso da lei e para o mau uso dos contatos com o poder público para conseguirem manter seu status.

6. Em vez de uma vida estável e planejada, a decadência econômica impõe uma BAIXÍSSIMA QUALIDADE DE VIDA, marcada pela morte precoce por falta de recursos ou por homicídio, marcada por crimes e engabelação, por subemprego e escravidão, por desrespeito ao meio ambiente, e por perda do ânimo até entre os adolescentes, que não têm mais expectativas tampouco sonhos.

1. Em vez de a pessoa sentir-se útil a si e à coletividade, a dificuldade de sobreviver na tão injusta sociedade brasileira estimula o individualismo, que mantém e é mantido pela proliferação dos MAUS COSTUMES, os quais contrariam a civilidade e incentivam a ignorância, a qual garante o analfabetismo político e o continuísmo.

As mais indefesas vítimas desse círculo vicioso são as crianças e os jovens, que acabam desejando rumos incertos nas portas de supermercados, nos semáforos, no futebol, nas passarelas, nos palcos, na prostituição, no crime, na religião, na política... E os poucos que concluem um curso superior raramente conseguem estágio ou estabilidade. Não é à toa que os concursos públicos são disputadíssimos, cada vez mais. A única coisa barata, no Brasil, é o direito à vida, que às vezes se perde pelo equivalente a cinco dólares. É por isso que alguns brasileiros adultos desistiram e foram definitivamente para outros países, inclusive países de terceiro mundo. E naqueles países, alguns "ex-brasileiros" discretamente se afastam ao perceberem alguém falando português do Brasil, tamanha a desilusão com a "ex-pátria" injusta.

Diante do dantesco quadro nacional, descrito no círculo vicioso que caracteriza uma verdadeira "era dos absurdos" no Brasil, percebe-se que a principal solução é o que há de mais básico na vida civilizada: BONS COSTUMES, que, de modo simplificado, resumem-se em "não prejudicar ninguém" e "respeitar a natureza", sempre dando e seguindo bons exemplos. E a educação, desde a infância, na família e na escola, deve coroar esses costumes.

Um bom costume respeitado vale mais que mil leis ignoradas, de modo que, quanto mais bons costumes são respeitados, menos leis são necessárias. Sabe-se que o Brasil, infelizmente, tem sido exemplo de que não adianta criar milhares de leis quando a sociedade "não gosta de cumprir leis". Acontece que, quando não se respeitam os bons costumes, impõe-se a ordem pela lei; e, quando não se respeita a lei, impõe-se a ordem pela força. Portanto, enquanto há tempo, a sociedade precisa adquirir maturidade para regular a si própria o máximo possível por meio de bons costumes, para que menos leis - e melhores - sejam criadas e respeitadas.

Para começar a enfraquecer o círculo vicioso brasileiro é necessário que cada pessoa tente identificar com quais causas e efeitos convive no seu dia-a-dia mais diretamente, para saber em quais pode tentar intervir de maneira construtiva.

O progresso é difícil porque exige ação correta incessante.

O retrocesso é fácil porque não exige nada.

R. Hamer
02/07/06
23:03:32

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Thursday, 13 August 2009

Lester Polsfuss (Les Paul)


Lester Polsfuss (conhecido como Les Paul) nos deixou hoje. http://gaqhb.tk Que droga! E o Sarney e o Fidel continuam aqui, atrapalhando!

Wednesday, 22 July 2009

O sentido da vida (segundo a minha ignorância)

Estive pensando e concluí que o sentido da vida é: viver. Porque como, de fato, a morte não existe, a vida é a única - e eterna - alternativa que os seres possuem. Me parece que todos os seres concordam que viver é mais interessante e mais agradável que não viver, de modo que acredito que até uma pedra optaria por continuar viva se lhe fosse dada uma chance de experimentar a vida. A única coisa que é desagradável na vida é o sofrimento. Me parece que todos os seres concordam que sofrer é desagradável, pois até os que dizem gostar de sofrer estão, de fato, sentindo algo que lhes parece agradável a cada suposto sofrimento. Em resumo, viver é prazeroso e sofrer não é prazeroso, sendo que a vida é algo bem objetivo e o sofrimento é algo muito subjetivo. O negócio é viver naturalmente e tentar fazer do sofrimento algo menos desagradável. Mas posso estar redondamente enganado, é claro. O tempo dirá.